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Jeep Compass Trailhalk, o jipão bruto cada vez mais tecnológico

Jeep Compass Trailhalk, o jipão bruto cada vez mais tecnológico
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Versão mais cara totalmente equipada chega aos R$ 200 mil
Um dos SUVs mais desejados do País, tem Compass para todos os gostos. Da total flex à versão diesel, versões mais simples ou mais sofisticadas, desta vez testamos a mais aventureira de todas, 4×4 Trailhalk. 
Fabricado no Brasil pela primeira vez no final de 2016, veio com a missão de estar um degrau ou mais acima do Renegade. Caiu nas graças do público brasileiro pelo belo design americano e conforto e também por resolver o problema do limitado porta-malas do seu irmão menor, algo que era razoavelmente crítico. Esse é até elétrico, por um toque você abre e fecha suavemente o compartimento de bagagens, ou mesmo as compras de supermercado.
O Compass passou por um facelift recente, incorporando vários itens de segurança, além de uma grande evolução em eletrônica. Nesta versão Trailhalk, a diesel, tração 4×4 conta com maior ângulo de ataque, ideal para subir ou descer de terrenos íngremes, totalmente voltado para os amantes do off-road. É para quem quer enfiar o carro numa trilha, para aqueles que gostam e/ou precisam desses benefícios, como seletor de modo de condução e piso, desde areia, lama e pedra, neve, chuva forte, pisos escorregadios, com assistente de descida de ladeira, bloqueio de diferencial e suspensão muito reforçada.
O motor é multijet 2.0 turbodiesel, com potência de 170 cv e 35,7 km de torque. A transmissão é por uma caixa automática de 9 velocidades, mantendo sempre que possível uma rotação abaixo de 2000 rpm, trazendo mais eficiência energética. O consumo urbano chegou a 9,9 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada. 
O que já era bruto nessas áreas passou a contar com um pacote hi-tech que oferece controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem emergencial automática, sensores de alerta de ponto cego, faixa de rodagem e tráfego cruzado e ganhou sistema de estacionamento automático.
Vem com câmera de ré, ar-condicionado dual zone, sistema de som Beats, faróis de xênon, retrovisores com rebatimento elétrico, central multimídia de 8,4 polegadas, que oferece Apple Carplay e Android Auto integrados ao Waze, Google Maps e Spotify, sete airbags, controle de tração e estabilidade, regulagem elétrica do banco do motorista.
Se todos esses artifícios tecnológicos valorizaram muito o veículo, por outro lado com os pacotes adicionais encareceram ainda mais o custo de aquisição do carro, hoje do valor inicial de R$ 181.990 para mais de R$ 190 mil. Se oferecido ainda na opção bicolor, com teto escuro, vai para R$ 192 mil. Se incrementar ainda mais com um teto panorâmico, solar e elétrico, o carro completaço, incluindo estofamento em couro,  chega as suas mãos por R$ 200 mil. Tem toda a sofisticação do que se espera de um carro nesse valor, porém um valor bem alto se considerarmos que o mesmo veículo na versão inicial Sport flex 0 km é encontrado por pouco mais de R$ 116 mil.  
 
[canal]AVALIAÇÃO[/canal]
[linhafina] Testamos a versão mais aventureira, para quem gosta de off-road mais seguro [/linhafina]
[chapeu]SUV[/chapeu]
[credito] Do Carpress, em São Bernardo do Campo [/credito]
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