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EM SÃO PAULO, ZONA AZUL PODERÁ SER PAGA POR APLICATIVO.

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Preço será o mesmo dos talões: R$ 5 por hora de utilização da vaga
Preço será o mesmo dos talões: R$ 5 por hora de utilização da vaga

A partir da próxima segunda-feira (11), ficará mais fácil para muitos estacionarem nas vagas de zona azul espalhadas por São Paulo. O pagamento poderá ser feito por meio de aplicativos de celular. O plano da gestão do prefeito Fernando Haddad é, a longo prazo, acabar com os cartões de estacionamento de papel. A cobrança digital, inclusive, será autorizada em um decreto publicado no “Diário Oficial” da cidade.

O motorista terá a opção de comprar um cartão azul digital pelo valor de R$ 5 a hora ou, se preferir, pagar por vários créditos que são descontados conforme o tempo de uso da vaga. A fiscalização da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), nesse caso, se dará através de um sistema que informa a situação de pagamento do veículo a partir do número de sua placa.

São três opções de aplicativo: o Estacionamento Eletrônico e o Digipare são compatíveis com Android, enquanto o Vaga Inteligente também pode ser usado no sistema iOS (iPhone). As empresas desenvolvedoras dos sistemas – Sertell, Estapar e Digipare – ficarão com 10% da receita da venda dos cartões. O funcionamento das opções é muito parecido: o motorista faz um cadastro no qual informa o seu número de celular, as placas dos carros que usarão o serviço e o cartão de crédito para pagamento.

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Ao estacionar, o usuário faz aciona o aplicativo, seleciona a placa do carro que está sendo usado e determina o tempo em que usará a vaga. Pouco antes do tempo de estacionamento vencer, o motorista recebe um aviso por mensagem de texto. Assim, pode escolher retirar o veículo ou reativar seus créditos.

Por enquanto, não haverá cobrança fracionada. Isso significa que, mesmo que a vaga só seja usada por dez minutos, serão cobrados os mesmos R$ 5 que podem servir para o uso da vaga por uma hora. Em uma segunda etapa, a prefeitura quer implantar a compra dos créditos digitais em pontos de venda, como bancas de jornal. Isso evita que o usuário precise, obrigatoriamente, de um celular e internet para usar o sistema.

Apesar da criação dos aplicativos, os talões de papel vão continuar valendo por toda a cidade.

 

Fonte: Auto-Esporte

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