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As mudanças que acompanham a grade histórica da S10 High Country

As mudanças que acompanham a grade histórica da S10 High Country

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Mudança na dianteira não é a única novidade da top S10 High Country

O mercado de picapes médias no Brasil é um dos mais equilibrados. Os modelos são bem competitivos entre si, mas duas marcas, a Chevrolet e a Toyota, trabalham de forma mais abrangente – com opções que vão desde a chassi cabine até as versões mais completas.

Testei a configuração top de linha da S10, modelo que foi líder do segmento por anos, passando seu posto para a Hilux, e vou contar o que há de melhor e o que poderia evoluir na caminhonete.

A atual geração da S10 foi lançada em 2012 e deve ser substituída daqui a dois anos. Enquanto isso, a marca americana trouxe algumas novidades. As principais mudanças estão concentradas na versão que testei, a top de linha High Country, que custa R$ 223.090 – o único opcional é o tipo de pintura. A que mais chama a atenção, obviamente, é a nova grade que pela primeira vez não traz o logo da marca no centro e sim o nome.

Mecânica

Na parte mecânica, a novidade também está apenas nas versões diesel, como a High Country. O motor 2.8 foi recalibrado e recebeu um novo turbo, a potência continua em 200 cv e o torque (força) em 51 kgfm, mas a aceleração está mais linear. É um motor que entrega seu torque máximo logo nos 2.000 giros, ou seja, há muita força ao tocar o acelerador. Outro ponto alto na mecânica é a direção elétrica precisa, agradável nas manobras de baixa velocidade e firme em velocidades mais altas.

É uma picape robusta, que vem equipada com pneus de perfil alto adequados para o trabalho pesado e atende as necessidade de quem precisa de força em ambientes extremos. No entanto, considere outra opção se busca um carro para passeio. Como toda picape, para ter o mínimo de conforto a bordo, é necessário trabalhar a calibragem dos pneus e ter sempre peso na caçamba. Caso contrário, irá sofrer com o pula-pula a cada irregularidade do solo.

Tecnologia

A S10, que já tinha alerta de colisão frontal e aviso de saída de faixa, ganhou sistema de frenagem de emergência nas versões LTZ e High Country. A picape também está mais conectada e compartilha com Tracker e Onix o sistema de wi-fi a bordo e a conexão sem fio da central multimídia com o smartphone.

Senti falta de um sistema de partida por botão, presente em algumas concorrentes. Os faróis também não têm lentes, são de lâmpadas, algo ultrapassado para um veículo de mais de R$ 200 mil. É uma opção equilibrada, assim como as concorrentes Ford Ranger, Mitsubishi L200, Nissan Frontier, Toyota Hilux e Volkswagen Amarok.

[canal]OPINIÃO[/canal]
[linhafina]Primeira grade de S10 sem o logo da Chevrolet no meio chama a atenção[/linhafina]
[chapeu]ELA E OS CARROS[/chapeu]
[credito]Colunista do Carpress[/credito]
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